Reflexo da tua safadeza ,
fica aí… me encarando
com os olhos teus.
Devem estar sem vida,
como eu.
Tuas coisas ainda estão aqui,
espalhadas como memórias que não pedem permissão.
Stripper do meu coração,
Promiscuidade sem fim...
vem do chakra ou do ki?
Ah… não adianta.
Não há jutsu,
não há genkidama,
apenas um cara que ama…
E como ama.
Ao ponto de beber da mesma videira,
sua víbora… ceifeira.
Não tenho teu amor, dattebayo.
A última vez que tive…
alguém desmaiou , ou será que internou?
(Quem foi o irresponsável
que criou algo assim?)
E foi dar logo a mim?
Te dei meu tudo.
Agora sou só o que resta.
Vês?
O mundo não presta.
Sou uma casa abandonada
com a luz acesa —
esperando alguém que nunca mais volta.
E isso… eu digo com certeza.
Achei que minhas palavras teriam sentido…
opaaa…
(eu) teria sentido.
Mas não.
Faltou algo.
Ou fui eu que falhei.
Não consigo escrever…
só consegui isso...
mentira , tu sabes... afinal sempre usas isso.
Irónico,
recebe o convite,
Graças a ti, meu coração é um cemitério de sonhos em que o maior ganhou um mausoléu,
Pra veres o tamanho do sonho de amor que entre nós , morreu.
É quase poético: a luz não destrói a escuridão, ela simplesmente a substitui na percepção.