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Amor

Amor
No Frio da Noite, o Fogo do Amor

Era o inverno rigoroso, a escuridão sem fim,
O tempo marcava exatos, mil e quinhentos assim,
O fogo da lareira era pouco para aquecer,
Mas no peito de Marcella, algo ia nascer.

A neve caía fora, cobrindo o chão,
E o mundo parecia morto, sem coração,
Mas na penumbra fria, um olhar cruzou,
E o gelo da alma, de repente, quebrou.

Não foi um amor calmo, nem brando, nem leve,
Foi como tempestade que tudo se atreve,
Intenso, profundo, que arde e queima,
Apagando o inverno, fazendo sua lei.

O frio ficou longe, a noite clareou,
Pois o amor que Marcella no peito encontrou,
É calor que não acaba, é chama que vence,
Mesmo na escuridão, é luz que permanece.

Mil e quinhentos momentos, ou o tempo que for,
Nada apaga a força desse imenso amor,
No inverno sombrio, ela achou seu verão,
E o coração gelado, hoje bate em paixão.

 
Assim... #love