é mais que poesia ,é observar a realidade.
Mais que um poeta, um pensador , tenho a tendência de autossabotagem nos meus contos, que mais parecem visões e tendências a dores alheias, e críticas abstratas .
Poesia não passa de relatos evasivos e de afirmações abstratas, são marca -passos, estacas lançadas pela história, flechas ,espadas e tochas ,que afetam corações e almas, consciências e emoções, que chegam atacando até o próprio narrador ,o personagem e o próprio leitor , é uma brecha e sermão expressivo, e cheias de autocríticas.
Mas também uma forma mágica de abrir os olhos de quem ta morto -vivo , e traz um pouco de alívio e verdade na realidade , mas com tensão e uma pressão brutal, por que ninguém estar livre e ninguém estar preso, estamos a deriva de nossas próprias escolhas, e reféns diante da realidade.
A prisão é uma hestería abstrata, espelhada nas próprias más escolhas ,e a liberdade não é nenhuma opressora por que nunca trancou ninguém numa cela e jogou a chave,
Mas a realidade é vista de forma distorcida para cada indivíduo, oque deixa um suspense aterrorizante, e o maior suspeito é o próprio réu.
Não precisa se humilhar para ter oque não tem , só precisa se mexer e não ficar parado na indecisão, quanto mais delongas, menos resultados terá, não é correr ,mas sim caminhar atento e evitar tropeçar.
O vento nunca te derrubou ,mas te empurrou por ser lento ,te refrescou ,e ele te traz uma sensação de paz .
O relógio nunca te apressou, mas os atrasos te fazem parar o processo no tempo, retardando o crescimento.
O silêncio ensina a lutar sem murmurar, ele te dá um tempo para se fortalecer e se concentrar .
As virtudes estão sempre te rodeando para te abençoar, só basta ser decidido e não decair na maldade.
A felicidade sempre estar na tua vida , só bastar a enxergar e a zelar.
A solidão estará te observado de longe ,e em momentos instáveis ela te acolherá, para te dar uma pausa das turbulências .
A coragem não te dá honra, mas ela te dá força de vontade.
É não ficar refém das pessoas, e não se sacrificar atoa .
Ọ