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🌑✨ Entre Adeus e Renascimento 🌅🔥 Há silêncios que não são vazios… são…

🌑✨ Entre Adeus e Renascimento 🌅🔥

Há silêncios que não são vazios…
são abismos onde a alma aprende a respirar de novo.

Eu caminhei por despedidas que não tinham portas,
por finais que não pediram licença,
por ausências que gritaram mais alto que qualquer presença.

E ainda assim…
eu fiquei.

🌫️
Fiquei quando tudo em mim queria desaparecer.
Fiquei quando o espelho já não reconhecia meu nome com ternura.
Fiquei quando o coração parecia um quarto abandonado,
onde até a luz tinha medo de entrar.

Mas o que ninguém entende…
é que o “adeus” também é uma semente.

Uma semente enterrada em lágrimas,
em noites que não terminam,
em pensamentos que pesam mais do que o corpo aguenta.

E mesmo assim…
algo em mim germinava.

🌱✨

Entre o adeus e o renascimento
existe um território que ninguém ensina a atravessar.

Não há mapas.
Não há mãos.
Não há garantias.

Só há você.

E o som dos próprios passos ecoando dentro do caos.

Eu fui me desfazendo…
camada por camada…
verso por verso…
versões que eu já não podia mais ser.

E doía.

Ah… como doía deixar ir o que um dia me manteve viva.
Mas ainda mais doloroso era permanecer morta em vida.

Então eu escolhi cair.

🌑➡️🌅

E no chão…
eu descobri que o fundo não é o fim.
É o início disfarçado de destruição.

Foi ali que aprendi:
nem todo adeus é perda.
Alguns são libertação.

Algumas partidas são o universo dizendo:
“Você não cabe mais aqui… porque está prestes a florescer em outro lugar.”

E eu floresci.

Mesmo sem querer.
Mesmo sem saber como.
Mesmo sem acreditar.

🌸🔥

Meu renascimento não foi bonito.
Não foi leve.
Não foi silencioso.

Foi tempestade.
Foi ruptura.
Foi desordem divina.

Foi quando chorei tanto que pensei que nunca mais teria água dentro de mim.
Mas era só a limpeza do que eu já não precisava carregar.

Foi quando perdi tudo o que achava ser “eu”…
para finalmente encontrar quem eu sou.

E percebi algo devastador e lindo ao mesmo tempo:

ninguém renasce inteiro.

A gente renasce fragmentada.
Costurada pela própria coragem.
Remendada pela própria dor.
Iluminada pelas próprias cicatrizes.

✨🖤

Hoje eu entendo:
o adeus não me quebrou…
me abriu.

E o renascimento não me salvou…
me revelou.

Porque dentro de mim sempre existiu uma força que eu subestimava.
Uma voz que sussurrava mesmo quando tudo gritava contra.
Uma luz que insistia em existir mesmo quando eu a apagava com medo.

E ela dizia:

“Você não terminou. Você está apenas começando de novo.”

🌅

Agora eu caminho diferente.
Não porque a dor passou…
mas porque ela me ensinou a florescer mesmo com raízes feridas.

Eu não sou mais a mesma de antes do adeus.
E isso… não é perda.
É conquista.

Porque sobreviver não foi suficiente.
Eu precisei renascer.

E renascer…
é um ato de coragem que o mundo raramente aplaude,
mas a alma reconhece como vitória.

🔥🌿

Se hoje você está no meio do seu próprio adeus…
saiba: você não está sendo destruído.

Você está sendo preparado.

Se tudo parece desabar…
talvez seja porque algo maior quer nascer em você.

E o nascimento sempre faz barulho.
Sempre bagunça.
Sempre transforma.

Mas também sempre liberta.

🌌

Entre o adeus e o renascimento…
eu me encontrei.

E o que encontrei em mim
foi mais forte do que tudo o que perdi.

🌹✨

Porque no fim…
não é sobre o que vai embora.

É sobre quem você se torna depois.

E eu me tornei fogo…
depois de ser cinza.


#AdeusERenascimento #ForçaInterior #Recomeço #Resiliência #Transformação

—Paulinha Cunha—