🌷 ENTRE O ABRAÇO E A ETERNIDADE QUE SÓ MÃE SABE SER 🌷
Há um lugar no mundo onde o tempo não apressa, onde o silêncio sabe falar mais alto que qualquer palavra, e onde cada lágrima, antes mesmo de cair, já encontra consolo no colo de quem ama sem medida.
Esse lugar… tem nome de mãe.
Mãe não é só quem gera. É quem segura o mundo quando ele parece pesado demais. É quem transforma dor em força, cansaço em sorriso, e ausência em saudade que aprende a ficar mansa.
Ela é o tipo de amor que não pede licença para entrar… simplesmente chega, fica e nunca vai embora.
E mesmo quando o tempo tenta roubar sua presença, ela insiste em permanecer: nas lembranças que aquecem, no cheiro que o vento traz de repente, na voz que o coração reconhece mesmo em meio ao caos do mundo.
Mãe é a primeira oração que a gente aprende sem saber rezar. É o primeiro “vai dar certo” dito sem garantias, mas com uma fé que sustenta universos inteiros.
Quantas vezes ela se desfez em silêncio para que o mundo não percebesse nossas quedas?
Quantas noites ela foi abrigo, mesmo quando ninguém a abrigava?
E ainda assim… ela sorri. Mesmo cansada. Mesmo ferida. Mesmo esquecida por quem um dia carregou no ventre e no coração.
Existe uma linguagem que só o amor de mãe traduz. E ela não precisa de dicionário, porque se escreve em gestos, em cuidado, em presença invisível que protege até de longe.
Hoje, não é apenas um dia. É um lembrete do infinito.
Do infinito amor que não se mede. Do infinito perdão que não se esgota. Do infinito abraço que continua mesmo quando os braços já não podem alcançar.
Se você ainda pode dizer “eu te amo, mãe”, diga. Se ainda pode abraçar, abrace como se o mundo dependesse disso. E se só puder lembrar… lembre com todo o coração.
Porque mãe não parte. Mãe se transforma em eternidade dentro da gente.
💭 E talvez a pergunta mais bonita que essa poesia deixa seja: o que você ainda não disse para a sua mãe que o coração vive gritando em silêncio?
— Paulinha Cunha
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