o forasteiro invisível.
Conto lírico...
Eu sou uma existência necessária para mim mesmo ,e não para deuses e demônios.
Estou ausente do mundo material, e Não sou capacho dos caprichos do sistema universal, eu tenho minha própria premissa e dignidade.
Não dou gritos ao barulho desse mundo, e não me calo no silêncio da humanidade.
Eu não acredito nos contadores de histórias mentirosas, e não admiro obras dos metidos a sábios, eu ignoro ambos e sigo com minha opinião.
Eu leio histórias e ouço contos, mas ambos estão totalmente diferentes, alguém andou passando corretivo, para sensurar e arruinar as escrituras ,bagunçando ainda mais as origens.
Eu observo o observável, e não vejo algo bonito ou elegante, e no invisível estar tudo oque falta no visível, por que estão escondido, e estão com receio de aparecer num ambiente podre e cheio de monstros destruidores.
Eu interajo com o tangível estando no invisível, e tento mudar algo ,mas a negatividade da humanidade está em toda parte ,impedindo os processos.
Enxergo asas negras em muitos, e não vejo ninguém com auréola para que eu possa chamar de santo, muitas almas estão cobertas de escuridão, e outras estão abandonando o seu próprio receptáculo.
Esse mundo é cheio de incertezas, e há tantas leis diabólicas, que eu me aborreço com as suas premissas demoníacas.
A intervenção vem da natureza, e o castigo vem quando as pessoas estão desequilíbrando o ambiente, e eles culpam uns aos outros, são hipócritas que cruzam o braço e agem falsamente a custa dos seus próprios semelhantes.
Apoiadores e apóstolos de demônios, aborrecedores de fé alheia, cretinos de ambições malditas.
Eu não sou e nem pertenço a nenhuma descendência, estou a milênios caminhando e observando as gerações, e nenhuma sequer presta, todas tem lacunas ,falhas e rachaduras.
Eu sou um forasteiro, que no intangivel estar de olheiro, não admirando a paisagem perdida em caos, mas observando a destruição dos próprios patrocinadores.
Ọ