o prodígio dança na valsa, e o talento tenta acompanhar...
O público é um coadjuvante ...
Quando o talento começa a incomodar, o reconhecimento virá um silêncio...
E quando o prodígio começa a dançar, o talento não consegue acompanhar...
o gênio é o observador, olheiro e inovador, ele cria e dar ideias , o prodígio se adpta e avança,e o talento apenas se sobressai , o experiente é mal adaptado mas não é totalmente ofuscado, e o amador é apenas um inexperiente, e no fim o reconhecimento é distorcido, e todos são isolados em prateleiras diferentes, os tornando discrepantes...
O prodígio dança uma valsa onde o talento mal consegue acompanhar, e os esforçados são amadores, apenas em uma plateia dividida entre admiradores ,bajuladores e invejosos...
Não importa o quão talentoso você seja, a maioria apenas atura ,e o reconhecimento fica com quem se importa, o resto é só um silêncio...
E o prodígio, é bajulado e intocável aos olhos dos outros, mas a maioria de seus admiradores são todos invejosos e frustrados, e alguns se suprimem no silêncio, por não terem confiança em si mesmo.
E no ato ...
O concurso é um pódio hierárquico , é uma corrida que leva a uma competição cheia de discórdia e trapaças, onde o sistema atrás das cortinas manipula os processos, e escolhe e decide quem avança e quem deixa pra trás...
O vencedor não é digno se a competição foi manipulada e injusta ,e se ele não reconhece, ele é o maior perdedor ...além de ser um aproveitador descarado.
E o troféu não valerá nada ,vira um objeto vazio que carrega frustrações.
As vezes as habilidades e os talentos não são colocados equilibrados ,
nem lado a lado na mesa ,e nem de frente para o outro, são separados e manipulados, pelos aproveitadores de camarote , que estão só querendo ganhar em cima da integridade e dignidade das pessoas.
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