Ruínas interior
É o cúmulo da existência
De um ser vil, corrompido
Que se afegã na hipocrisia
Num orgulho apodrecido.
Carrega em si a incoerência
Disfarçada de razão
Mas na dor da consciência
Se perde na própria ilusão.
E no abismo que criou
Sem saída,sem direção
Morre aos poucos quem negou
Sua essência e redenção.
Autor: Milton da Costa
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